Perfil Completo
Engenheira de software formada pela 42 Luanda, com raízes técnicas em Oil & Gas, Inspeção NDT e Gestão de Projetos. Combino rigor operacional com paixão por código — e acredito que tecnologia bem feita muda vidas.
Sou Aurora Simão, nascida em Luanda, Angola. Cresci fascinada por como as coisas funcionam — máquinas, processos, sistemas. Esse fascínio levou-me ao ensino técnico em Perfuração e Produção Petrolífera, onde aprendi que rigor, segurança e atenção ao detalhe não são opcionais: são a base de tudo.
Com o tempo, percebi que a tecnologia era o campo onde esse mesmo rigor poderia ter o maior impacto. Entrei na Escola 42 Luanda — uma escola sem professores, sem aulas, onde aprendes resolvendo problemas reais em colaboração com os teus pares. Foi transformador. Aprendi C, algoritmos, estruturas de dados, desenvolvimento web — mas acima de tudo aprendi a aprender.
Ao longo do caminho, adicionei certificações em Inspeção NDT (MT & PT Level II) e Operadora de Produção de Petróleo, complementando uma visão que poucos têm: a de quem entende tanto a linha de código quanto a linha de produção.
Fora do trabalho, dedico tempo a causas que me importam — ensino de programação, inclusão digital e apoio a jovens mulheres que querem entrar na tecnologia.
Vamos conversarTrês domínios técnicos, uma perspectiva integrada.
Formação técnica completa em perfuração de poços, tecnologia de produção, geologia de jazidas, segurança industrial e trabalhos de campo. Nota final 15/20 — PAP com nota máxima 20/20.
Dupla certificação em Ensaios Não Destrutivos pela norma ASNT SNT TC-1A 2024. Nota composta de 88.1% (MT) e 88.6% (PT) — ambas acima do mínimo exigido de 80%. Válidas até 2031.
Formação intensiva em operação de sistemas de produção, SCADA, manutenção de equipamentos e gestão de riscos em plataformas. Nota 17/20. Credenciada pela ANPG, IWCF e HIDRAUSEA.
Formação em engenharia de software pela metodologia peer-to-peer da 42 — sem professores, sem aulas. Foco em C, algoritmos, estruturas de dados, desenvolvimento web full stack e colaboração em projectos reais.
Ensino de programação a jovens em comunidades carentes, mentoria para mulheres na tecnologia, inclusão digital e suporte a ONGs com desenvolvimento de ferramentas tecnológicas.
Vindo da indústria onde erros custam vidas, levo a mesma exigência para o código e para os projectos.
A metodologia da 42 ensinou-me a aprender qualquer coisa sozinha. Não paro nunca.
Tecnologia deve servir pessoas. Escolho projectos que fazem diferença real nas comunidades.
Penso em sistemas completos — da linha de produção à interface de utilizador.